“Novo normal” inclui micromobilidade como alternativa segura de locomoção

micromobilidade

Você já imaginou como será o “novo normal” após o período de quarentena? Com a pandemia e o isolamento social alguns hábitos sociais estão se transformando. É provável que muitas empresas usem mais o home office, os e-commerces cresçam junto com o delivery e o transporte público seja evitado para fugir de aglomerações.

Um estudo chinês identificou que pessoas viajando de ônibus podem ser infectadas por outros passageiros sentados a mais de 4,5 metros de distância. O transporte coletivo é um grande perigo para a transmissão do vírus devido o contato próximo, pouca ventilação, nenhum controle de acesso de pessoas infectadas e por apresentar uma variedade de superfícies que podem ser tocadas, como máquinas de compra de passagem, corrimãos e barras de apoio.

Por isso, é muito provável que a micromobilidade, como bicicletas, patinetes e scooters, estejam cada vez mais presentes na mobilidade urbana. Esse tipo de transporte evita as aglomerações do transporte coletivo, além de continuar reduzindo com a poluição do ar da cidade.

Soluções criativas de outros países:

Alguns países já estão planejando algumas ações para serem implementadas. No Brasil, o transporte coletivo representa 50% das locomoções, mas o governo não se posicionou sobre alternativas para evitar as aglomerações, típicas dos ônibus, metros e trens dos centros urbanos. Por isso, cabe a nós nos inspirarmos em algumas ideias para adotarmos e termos mais qualidade de vida.

  • França: governo está pagando para que as pessoas pedalem

A fim de evitar o uso do transporte coletivo após a quarentena, o governo criou um fundo de 20 milhões de euros, para ajuda individual de 50 euros por pessoa para financiamento de reparos de freios, pneus e luzes de suas bicicletas.

  • Milão, Itália: redução dos espaços nas ruas para carros

Como cidade mais poluída da Europa e a redução de até 75% do trânsito durante a quarentena, o governo buscou não retroceder após o período e anunciou 35 km de ruas que serão transformadas em espaços dedicados a mobilidade ativa.

  • Shenzhen, China: redução da capacidade máxima dos veículos

Para manter o distanciamento social, foi adotada a lotação máxima de 50% da capacidade do transporte coletivo e a fiscalização com câmeras internas para o cumprimento da regra;

  • Bogotá, Colômbia: ciclofaixas temporárias e frota de bicicletas elétricas gratuitas

A cidade já contava com 550 km de ciclovias e implantou mais 76 km de ciclofaixas temporárias a fim de reduzir a lotação do transporte público e ajudar na prevenção da disseminação do COVID-19. Além disso, a empresa MUVO está oferecendo gratuitamente 400 bicicletas elétricas para os profissionais da saúde durante um mês.

Importante:

É recomendável que sempre ao sair casa, alguns cuidados de higiene sejão tomados para evitar a contaminação pelo vírus. Por isso, preparamos algumas dicas para os entregadores e qualquer indivíduo que circule pelas ruas com a micromobilidade.

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